30 dezembro 2015

Misto quente no pão francês



Um dos meus favoritos!
Nunca me esqueço do melhor misto quente que já comí na minha vida. Foi na minha pré-adolescência, não me recordo a idade. Estudava inglês numa escola particular e próximo dalí havia a lanchonete que preparava esse lanche inesquecível. Mas não era no pão francês, era no pão de hamburguer, bem passado, meio que prensado. Era divino!!!!!!! O cheiro do pão tostado na chapa, o recheio, o gosto daquilo tudo sendo lentamente devorado.....

Não trabalhava e não tinha dinheiro para gastar.
O que eu fazia?
Ia ajuntando o dinheiro do ônibus para comprar o lanche e voltava a pé prá casa! Kkkkkk.....
Valia a pena!
Eu comia bem devagarzinho - a seco mesmo (lembram? sem grana prá bebida) - e conforme o lanche ia acabando eu ia demorando mais e mais, minhas mordidas iam ficando menores, no intuito de não querer que o lanche acabasse - nunca!!!!!!
Hoje não tinha pão de hamburguer, mas ficou ótimo do mesmo jeito. Não tanto quanto o que eu comia na época, verdade.....
Desde então sempre faço questão que o pão esteja bem passado!

29 dezembro 2015

Geléia diet de uvas Brasil



O ano está terminando, o preço das uvas abaixando e eu aproveitando para fazer, quiçá, meu último doce deste ano!
Desta vez comprei uvas Brasil. Fui pela cor - quase pretas, já com a intenção de obter uma geléia escura pois aos olhos, são mais apetitosas - eram as mais escuras da banca de frutas.
Como da outra vez havia sobrado um pouco de geléia que não coube no vidrinho, comprei um pouco menos para que desta vez coubesse tudo. Este é o motivo de eu ter comprado exatos 800 gramas!
Bem, o rendimento foi de 300 g de geléia!
A cor ficou muito viva e levou 30 minutos para atingir o ponto de geléia!

Ingredientes:
- 800 g de uvas Brasil
- 270 ml de água quente
- 50 ml de água fria
- 1 colher (sopa) de sumo de limão
- 3 colheres (sopa) cheias de adoçante culinário em pó

Modo de preparo:
- Separe as uvas dos cachos e lave-as. Em uma panela coloque as uvas e a água quente e leve ao fogo alto. Quando ferver, abaixe o fogo e deixe cozinhando por 20 minutos. Durante o cozimento vá amassando cuidadosamente as uvas com o auxílio de um amassador de batatas, para que o suco da uva comece a sair da fruta, porém sem que a polpa se solte da casca.
- Passado o tempo, aguarde esfriar um pouco e bata as uvas no liquidificador. Passe por uma peneira, não muito fina, para extrair o máximo de polpa. Se a trama da peneira for muito fina, poderá comprometer a espessura do doce. No meu caso, batí bem a polpa e pulei esta etapa. Desta vez, nem sentí a presença das sementes.
- Acrescente o adoçante dissolvido na água fria e no sumo de limão e leve ao fogo alto por 10 minutos. Passado o tempo, abaixe o fogo - não demais, mexendo ocasionalmente enquanto a polpa ainda estiver líquida e com mais frequência conforme a polpa for apurando, até obter a consistência de geléia. No meu caso, para a quantidade de ingredientes utilizada, foram necessários mais 20 minutos.
- Aguarde esfriar e conserve sob refrigeração, dentro de um frasco esterilizado.

28 dezembro 2015

Ossobuco



O ossobuco que significa “osso com buraco”, é o nosso conhecido músculo bovino, a perna do boi, um corte acima da canela e abaixo do joelho, com o osso. A carne é préviamente congelada e depois serrada em rodelas, sendo que no centro fica o osso recheado de tutano, que dá sabor ao prato. 
Os melhores são os de vitela, porém mais difíceis de serem encontrados.
Deve ser cozido lentamente, em fogo baixo, por aproximadamente 2 horas, para que a carne fique com as fibras macias e suculentas, sem desfazer o tutano do osso. Este por sua vez, fornecerá um molho encorpado muito saboroso durante o cozimento.
Como eu não disponho de tanto tempo assim, preparei na panela de pressão. Fazendo com cuidado, obtém-se um resultado bem satisfatório!
O ideal é que as fatias tenham aproximadamente 250 g, com no máximo 3 cm de espessura.

Ingredientes:
- 1 Kg de ossobuco
- 2 colheres (sopa) cheias de cebola picada
- 1 xícara (chá) rasa de talo de cebolinha picado
- 1 colher (sobremesa) rasa de alho picado
- 1 colher (café) rasa de pimenta calabresa desidratada
- 400 ml de água
- 1 colher (sobremesa) rasa de sal
- 1 colher (sobremesa) rasa de aji-no-moto
- óleo de canola
- farinha de trigo para empanar

Modo de preparo:
- Empane cada ossobuco com farinha de trigo, retirando o excesso.
- Coloque 3 fios de óleo de canola numa wok e leve ao fogo alto. Assim que esquentar, coloque cada fatia de ossobuco lado a lado e sele a carne dos dois lados.
- Na panela de pressão, coloque 3 fios de óleo de canola e doure o talo de cebolinha, a cebola e o alho. Coloque então as fatias de ossobuco lado a lado. Acrescente a água e a pimenta calabresa. Tempere com sal e aji-no-moto e feche a panela. Assim que começar a soltar pressão, abaixe o fogo para o mínimo e cozinhe por 40 minutos.
- Passado o tempo, elimine a pressão e abra a panela. Deixe cozinhando em fogo médio, com a panela destampada até o caldo ficar apurado.

No final você tem uma carne extremamente macia, desgrudando do osso e graças ao tutano, banhada num molho riquíssimo!
Quando você morde a carne, ela está tão macia e gelatinizada, que chega a grudar nos dentes!
Poderia dizer que fica muito melhor que uma rabada (que eu adoro!), quiçá mais saboroso e sem toda aquela gordura que ela desprende!

Cuscuz paulista de bacalhau



Já havia previsto preparar este cuscuz durante esta semana, antes de preparar a lasagna de bacalhau. Por este motivo, para economizar tempo, naquele dia já preparei uma quantidade extra de bacalhau e deixei no refrigerador.
Com o dia-a-dia cada vez mais corrido, temos que pensar nessas coisas também, pois nos aliviam bastante posteriormente.
Com o bacalhau pronto, tudo foi muito mais rápido e num piscar de olhos, a forma já estava indo para a geladeira refrigerar!

Ingredientes:
- 200 g de bacalhau seco
- 2 ovos extra-grandes
- 100 g de tomates grape
- 100 g de ervilhas frescas
- 80 g de farinha de milho em flocos
- 300 ml de água
- 1 xícara (chá) rasa de talo de cebolinha picada
- 2 colheres (sopa) cheias de cebola picada
- 1 colher (sobremesa) rasa de alho picado
- 1 colher (sobremesa) rasa de sal
- 1 colher (sobremesa) rasa de aji-no-moto
- óleo de canola
- azeite de oliva extra-virgem

Modo de preparo:
- Lave bem o bacalhau para retirar o excesso de sal. Deixe de molho na água fria por 24 horas, trocando a água constantemente.
- Transfira o bacalhau para a panela de pressão, cubra com água e cozinhe em fogo baixo, na pressão, por 4 minutos. Escorra e aguarde esfriar.
- Retire as espinhas enquanto desfia o peixe. Reserve.
- Coloque os ovos numa panela pequena, cubra com água e leve ao fogo. Assim que ferver, abaixe o fogo e cozinhe por 15 minutos. Descarte a água, descasque os ovos e fatie-os. Reserve.
- Unte uma forma de 20 cm de diâmetro com furo no meio, com azeite de oliva.
- Distribua alguns tomates, ervilhas e fatias de ovos nas laterais e fundo da forma.
- Coloque 1 fio de óleo de canola numa wok. Assim que esquentar, acrescente os talos de cebolinha, a cebola e o alho picados. Assim que dourarem, acrescente a água e tempere com sal e aji-no-moto.
- Assim que ferver, acrescente a arinha de milho e mexa até que engrosse e solte do fundo da wok. Desligue o fogo.
- Coloque um pouco menos da metade da massa na forma.
- Acrescente o restante dos ingredientes do recheio uniformemente.
- Coloque o restante da massa, apertando com as costas de uma colher para ficar homogêneo. Bata a forma sobre a bancada, para assentar bem a massa.
- Aguarde esfriar e mantenha sob refrigeração até ficar gelado.
- Desenforme sobre um prato.

27 dezembro 2015

Cajuzinhos com amendoim granulado



Hoje preparei estes docinhos deliciosos com a outra metade da lata de leite condensado, que eu havia utilizado para fazer o pudim.
Como sempre tenho amendoim em casa, não foi difícil juntar os ingredientes. Sempre que compro os pacotes, quando eles já estão quase no final, sempre sobra uma boa quantidade de amendoins moídos e grânulos. Com o auxílio de uma peneira de fritura, vou peneirando todos eles, separando assim fácilmente os grãos inteiros. O que passou pela peneira, guardo num recipiente dentro da geladeira e vou utilizando conforme o prato.

Ingredientes:
- 200 g de leite condensado (1/2 lata)
- 100 g de amendoim torrado granulado sem sal
- 1 colher (sobremesa) cheia de manteiga sem sal

Modo de preparo:
- Coloque todos os ingredientes numa panela pequena e misture bem.
- Leve ao fogo brando e sem parar de misturar, permaneça assim até que desgrude do fundo da panela.
- Aguarde esfriar totalmente e com as mãos úmidas, molde os docinhos em forma de cajuzinho. Se preferir, faça-os redondos ou em outro formato desejado.
- Espete na base do cajuzinho (parte mais bojuda), metade de um grão de amendoim. 

Optei em não polvilhar açúcar de confeiteiro sobre o doce, mas se assim o desejarem, fica a critério de cada um.

26 dezembro 2015

Lasagna individual de bacalhau e escarola



Festas natalinas pedem ingredientes especiais e diferenciados!
Pois bem, pegando carona nesta idéia, minha lasagna de hoje foi feita com bacalhau e escarola!
Hmmmmm…… só imagina….. você corta uma bocada e a massa da lasagna vem recheada com pedaços de bacalhau, a escarola cremosa e aquele queijo por cima derretendo……
Ai, ai, tô sofrendo! Kkkkkk…..

Ingredientes:
- 2 lâminas de lasagna de aproximadamente 25 x 4 cm ou similar 
- 70 g de bacalhau seco
- 70 g de escarola picada
- 1 colher (café) rasa de alho picado
- 1 pitada de sal
- 1 pitada de aji-no-moto
- 30 g de requeijão cremoso tradicional
- 50 g de mozzarella ralada
- óleo de canola
- orégano a gosto

Modo de preparo:
- Lave bem o bacalhau para retirar o excesso de sal. Deixe de molho na água fria por 24 horas, trocando a água constantemente.
- Transfira o bacalhau para a panela de pressão, cubra com água e cozinhe em fogo baixo, na pressão, por 4 minutos. Escorra e aguarde esfriar.
- Retire as espinhas tomando o cuidado de não desmanchar muito o peixe. Reserve.
- Cozinhe as lâminas de lasagna até que fiquem al dente. Escorra, corte cada lâmina em 3 partes iguais no sentido da largura, totalizando 6 lâminas menores e reserve.
- Coloque um fio de óleo de canola numa frigideira anti-aderente e leve ao fogo alto. Assim que esquentar, abaixe o fogo e coloque o alho picado. Assim que dourar, coloque a escarola e tempere com sal e aji-no-moto. Salteie até murchar.
- Monte diretamente no prato, da seguinte forma: 
     - 2 lâminas de lasagna lado a lado
     - metade do ragù uniformemente distribuído
     - metade do bacalhau uniformemente distribuído
     - 2 lâminas de lasagna lado a lado
     - requeijão uniformemente distribuído
     - escarola uniformemente distribuída
     - 2 lâminas de lasagna lado a lado
     - metade do ragù uniformemente distribuído
     - outra metade do bacalhau uniformemente distribuído
     - queijo mozzarella uniformemente distribuído
     - polvilhe orégano a gosto
- Leve para finalizar no microondas, potência de 70%, por 1:30 minutos.
- Aguarde 1 minuto.
- Ligue novamente o microondas, potência de 70%, por 1:30 minutos. Ela passa no microondas em 2 etapas porquê se fizer em uma só vez, a probabilidade do prato desmoronar maior.
- Sirva em seguida.

25 dezembro 2015

Pudim de leite condensado



Últimamente, parece que quando fico de férias, a primeira coisa que me vem em mente é preparar pudim!!!!! Kkkkkkk……
Hoje tive a intenção de preparar um pudim de leite condensado. Não seguí a clássica receita utilizando a lata inteira de leite condensado. É muito açúcar pro meu gosto! Diminuí prá metade e também reduzí a quantidade de ovos. 
O resultado é que logo que ele fica pronto, ele fica muuuito mole!!!!
Vocês vão achar que A PRINCÍPIO ele está mais para flan do que para pudim, mas não se desesperem! Este pudim passa por uma metamorfose e vai se transformando ao longo das horas.
Diferente dos pudins que preparei no mês passado, este necessita ficar pelo menos 4 horas na geladeira, para adquirir consistência! 
Então, senhoras e senhores, o POINT aquí é: prepare o pudim com antecedência e deixe ele na forma até ficar BEM GELADO!!!! O ideal mesmo, seria preparar de um dia para o outro, assim ele ficará NO PONTO!!!!

Ingredientes:
- 1/4 xícara (chá) de açúcar
- 1/4 xícara (chá) de água fervente
- 200 g de leite condensado (1/2 lata)
- 400 ml de leite desnatado
- 2 ovos extra grandes

Modo de preparo:
- Coloque o açúcar na forma do pudim e leve ao fogo alto. Sempre inspecionando a forma - conforme for caramelizando, vá abaixando o fogo para não queimar. Assim que caramelizar, coloque a água fervente cuidadosamente para não espirrar e sempre inspecionando a forma, vá controlando o fogo até que a calda fique encorpada, porém não grossa (ao desligar o fogo a calda ainda continua engrossando) - um nível intermediário entre aguada e grossa. Reserve.
- Coloque no liquidificador o leite, os ovos e o leite condensado, nesta ordem. Bata até que fique tudo incorporado.
- Opcionalmente passe a massa por uma peneira, para separar a espuma formada, que será descartada - ela deixa o pudim com a aparência feia - e despeje então a massa na forma caramelizada e leve para cozinhar em banho-maria por 20 minutos.
- Aguarde gelar bem (importante!), passe uma faca nas laterais do pudim e desenforme sobre um prato. 

09 dezembro 2015

Geléia diet de uvas Rubi e Niágara



Desta vez fui mais esperto e comprei uma quantidade maior de uvas! Kkkkkkk
Meio a meio: 500 g de uvas Rubi e 500 g de uvas Niágara.
O resultado do rendimento é que desta vez, deu até para colocar dentro de um vidrinho!!!!! Aliás, nem coube tudo no vidrinho que eu tinha reservado! Kkkkkk
1 Kg de uvas = 375 g de geléia!
Isso contradiz o que eu escreví no post anterior, de que num vidrinho de 280 g de geléia pronta, tem bem mais que 1 Kg de uvas! De acordo com esta minha receita, tem menos! Ou seja: desta vez a geléia caseira ficou mais barata que a comprada pronta!
Não ficou com uma cor tão viva quanto a outra, pois haviam muitas uvas de cor verde nos cachos. Engraçado, o rendimento em relação à outra foi 70% maior e também demorou bem mais prá atingir o ponto de geléia…..

Ingredientes:
- 500 g de uvas Rubi
- 500 g de uvas Niágara
- 350 ml de água quente
- 50 ml de água fria
- 1 colher (sopa) de sumo de limão
- 4 colheres (sopa) cheias de adoçante culinário em pó

Modo de preparo:
- Separe as uvas dos cachos e lave-as. Em uma panela coloque as uvas e a água quente e leve ao fogo alto. Quando ferver, abaixe o fogo e deixe cozinhando por 20 minutos. Durante o cozimento vá amassando cuidadosamente as uvas com o auxílio de um amassador de batatas, para que o suco da uva comece a sair da fruta, porém sem que a polpa se solte da casca.
- Passado o tempo, aguarde esfriar um pouco e bata as uvas no liquidificador. Passe por uma peneira, não muito fina, para extrair o máximo de polpa. Se a trama da peneira for muito fina, poderá comprometer a espessura do doce. No meu caso, batí bem a polpa e pulei esta etapa. Claro que neste caso, sentimos a presença das sementes, trituradas, pois elas não se dissolvem, mas nada que possa comprometer a geléia - seria uma sensação parecida à degustação de morangos, quando sentimos as sementes ao mastigarmos a fruta.
- Acrescente o adoçante dissolvido na água fria e no sumo de limão e leve ao fogo baixo, mexendo ocasionalmente enquanto a polpa ainda estiver líquida e com mais frequência conforme a polpa for apurando, até obter a consistência de geléia. No meu caso, para a quantidade de ingredientes utilizada, foram necessários 50 minutos.
- Aguarde esfriar e conserve sob refrigeração, dentro de um frasco esterilizado.

02 dezembro 2015

Geléia diet de uvas Rubi



Mais um experimento na cozinha que deu certo: geléia de uvas para eu comer com minhas bolachinhas na larica da madruga!!!!!!!
Geléia não é uma coisa barata. Tratando-se de geléia diet então, vishhhh!!!!! Kkkkkk
Por que não prepará-las em casa?
Se for diet, o custo cairá extraordináriamente, além de serem mais saudáveis!
Só que não!!!!!!! Kkkkkkkk
Como eu nunca havia feito este experimento, pela quantidade de uvas que eu utilizei, não rendeu muito: 250 g de uvas renderam míseros 55 g de geléia…… Sim!!!! Este mísero recipiente da foto, foi tudo o que rendeu!!!!!!!! Tô bobo.
Em outras palavras, o custo foi quase o mesmo da geléia pronta! Bóóóimmm!!!!!!!
Fiquei então imaginando que num vidrinho de 280 g de geléia pronta, tem bem mais que 1 Kg de uvas!!!!!!!!!! Aff!!!!!!!!
Mas a boa notícia é que existem frutas mais baratas que certamente farão o custo da geléia caseira cair! Hahahahaha
E para que serve o limão da receita?
Bem, primeiro deixa eu explicar o que é pectina.
Pectina é uma substância presente principalmente em frutas ácidas. Possui um poder geleificante, ou seja, é capaz de formar um gel, sendo aplicada como espessante, no nosso caso, na geléia. Quanto mais madura for a fruta, menor é a quantidade de pectina que ela possui.
A pectina reage com o ácido da fruta para formar o gel. Como a acidez não é a mesma para todas as variedades de frutas, é aí que entra o limão: para aumentar a acidez e fazer com que a pectina funcione de forma eficaz. Simples!

Ingredientes:
- 250 g de uvas Rubi
- 100 ml de água quente
- 1 colher (sobremesa) de sumo de limão
- 1 colher (sopa) cheia de adoçante culinário em pó

Modo de preparo:
- Separe as uvas dos cachos e lave-as. Em uma panela misture as uvas com a água quente e leve ao fogo alto. Quando ferver, abaixe o fogo e deixe cozinhando por 20 minutos. Durante o cozimento vá amassando cuidadosamente as uvas com o auxílio de um amassador de batatas, para que o suco da uva comece a sair da fruta, porém sem que a polpa se solte da casca.
- Passado o tempo, aguarde esfriar um pouco e bata as uvas no liquidificador. Passe por uma peneira, não muito fina, para extrair o máximo de polpa. Se a trama da peneira for muito fina, poderá comprometer a espessura do doce. No meu caso, ficaram tão bem batidas que nem foi necessário peneirar - pulei esta etapa.
- Acrescente o adoçante dissolvido no sumo de limão e leve ao fogo baixo, mexendo sempre, até obter a consistência de geléia. No meu caso, para a quantidade de ingredientes utilizada, 10 minutos foram suficientes.
- Aguarde esfriar e conserve sob refrigeração, dentro de um frasco esterilizado.

30 novembro 2015

Lasagna rápida individual alla bolognese recheada com berinjela



As vezes estamos sózinhos ou com apenas uma companhia para a refeição e de repente queremos comer uma lasagna, mas não queremos fazer aquela lasagna enorme, de assadeira. Então, hoje vou passar a receitinha de como fazer uma, bem rápida, individual, de microondas.
Mas por que tão rápida?
Porquê já está tudo cozido!
O lance aquí é apenas aquecer o prato e derreter o queijo!
Está sózinho? Faça uma!
Está acompanhado? Faça duas!

Ingredientes:
- 50 g de berinjela
- 2 lâminas de lasagna de aproximadamente 25 x 4 cm ou similar 
- 50 g de patinho moído
- 1 colher (café) rasa de alho picado
- 1 pitada de sal
- 1 pitada de aji-no-moto
- 2 colheres (sopa) de água fria
- 30 g de requeijão cremoso tradicional
- 50 g de mozzarella ralada
- óleo de canola
- orégano a gosto

Modo de preparo:
- Descasque a berinjela e corte em fatias de aproximadamente 1/2 cm de espessura. Coloque numa panela, cubra com água e leve para cozinhar por 2 minutos. Escorra e reserve. 
- Cozinhe as lâminas de lasagna até que fiquem al dente. Escorra, corte cada lâmina em 3 partes iguais no sentido da largura, totalizando 6 lâminas menores e reserve.
- Coloque um fio de óleo de canola numa frigideira anti-aderente e leve ao fogo alto. Assim que esquentar, abaixe o fogo e coloque o alho picado. Assim que dourar, coloque a carne moída e tempere com sal e aji-no-moto. Acrescente a água e deixe no fogo até cozinhar, misturando ocasionalmente.
- Monte diretamente no prato, da seguinte forma: 
     - 2 lâminas de lasagna lado a lado
     - metade do ragù uniformemente distribuído
     - metade da carne móida uniformemente distribuída
     - 2 lâminas de lasagna lado a lado
     - fatias de berinjela lado a lado
     - requeijão uniformemente distribuído
     - 2 lâminas de lasagna lado a lado
     - metade do ragù uniformemente distribuído
     - outra metade da carne móida uniformemente distribuída
     - queijo mozzarella uniformemente distribuído
     - polvilhe orégano a gosto
- Leve para finalizar no microondas, potência de 70%, por 1:30 minutos.
- Aguarde 1 minuto.
- Ligue novamente o microondas, potência de 70%, por 1:30 minutos. Ela passa no microondas em 2 etapas porquê se fizer em uma só vez, a probabilidade do prato desmoronar e o queijo se espalhar por fora da lasagna, será maior.
- Sirva em seguida.

Sentakuban

Hoje recebí mais um presentinho da Yumi - meu tão esperado sentakuban!
Ow menina que gosta de mandar presentes!
Obrigado Yuuuuuu!!!!!!!


Sentakuban nada mais é do que uma pequena prancha para esfregar pequenas peças de tecido, seja na pia da cozinha, seja sobre uma bacia no banheiro.
No Japão é muito raro de se ter um tanque em casa. Eu pelo menos, nunca ví!
Como eles fazem então? Máquina de lavar, ué!
Kkkkkkk
E quem não tem máquina de lavar, vai de sentakuban!
Agora, como achar um sentakuban no Brasil? Não se acha! Simples! O tanque sim, você acha na mais humilde residência. Ele faz parte da nossa Cultura, então é difícil ver uma casa que não possua um.
Se eu não tenho tanque ou máquina de lavar?
Tenho!
E prá quê você queria um sentakuban?
Para lavar os panos de cozinha, aqueles que a gente usa para limpar a mesa ou o fogão, por exemplo!
Ao invés de ter que ir atéééééééé o tanque, voltar, continuar limpando, sujou, ir atéééééééé o tanque, voltar, não é mais prático ter o sentakuban próximo da pia?
Todos concordam por unanimidade!
Mesmo porquê ele ainda tem uma vantagem sobre o tanque: como as pias são menores que os tanques, você pode ir lavando os panos, ao mesmo tempo que se quiser, pode abrir a torneira para a água cair sobre eles, ao mesmo tempo que os esfrega. Genial, não?

Yu, deixo aquí registrado meus mais sinceros agradecimentos, de coração!!!!!!

26 novembro 2015

Pudim creme de padaria



Este mês eu extrapolei no pudim! Kkkkkk
E com vocês, mais um!!!!!!
Desta vez, o delicioso pudim que é vendido nas padarias da vida!
Nenhum segrêdo, é só bater tudo no liquidificador! Simples demais!
É um pudim bem firme mas sem deixar de ser macio e molhadinho!
E claro, depois de pronto eu coloquei prá gelar!!!!! Dá prá resistir?

Ingredientes:
- 1/4 xícara (chá) de açúcar
- 1/4 xícara (chá) de água fervente
- 100 g de farinha de trigo
- 400 ml de leite desnatado
- 2 colher (sobremesa) cheias de adoçante culinário
- 1 ovo extra grande
- 2 colheres (sobremesa) cheias de manteiga sem sal
- 20 g de coco ralado
- 10 g de queijo Parmesan ralado

Modo de preparo:
- Coloque o açúcar na forma do pudim e leve ao fogo alto. Sempre inspecionando a forma - conforme for caramelizando, vá abaixando o fogo para não queimar. Assim que caramelizar, coloque a água fervente cuidadosamente para não espirrar e sempre inspecionando a forma, vá controlando o fogo até que a calda fique encorpada, porém não grossa (ao desligar o fogo a calda ainda continua engrossando) - um nível intermediário entre aguada e grossa. Reserve.
- Coloque no liquidificador o leite, o ovo e o adoçante. Bata apenas para misturar.
- Na sequência, acrescente a farinha e manteiga e bata até ficar tudo homogêneo.
- Acrescente o coco e o queijo ralado e bata apenas para misturar.
- Coloque a massa na forma caramelizada e leve para cozinhar em banho-maria por 20 minutos.
- Aguarde esfriar (importante!), passe uma faca nas laterais do pudim e desenforme sobre um prato. 

25 novembro 2015

Presente agradecimento da NHK

Em 2015 celebramos os 120 anos do tratado oficial das relações diplomáticas entre o Japão e o Brasil. Para marcar esta efémeride, a NHK WORLD RÁDIO JAPÃO promoveu um concurso de fotografia com o tema “120 anos de amizade Japão-Brasil, experiências reunidas numa só história”. Participei do concurso enviando algumas fotos, e uma delas foi selecionada. Enquadrada na categoria “História de família”, a foto “Nishikigoi” foi tirada em Kyoto em 1995, e tem a seguinte descrição: Sempre que vejo as carpas japonesas, me vem em mente as recordações dos lindos jardins japoneses que alguns de meus parentes tinham em suas casas, um pedacinho do Japão em suas casas. Suas carpas eram menores, pois os "lagos" eram menores, diferentes destes da foto que foram criados em grandes "lagos", mas o significado de determinação que elas representam, é o mesmo, independente do tamanho!

Em julho, os trabalhos selecionados foram exibidos na filial da NHK em Yokohama e também em São Paulo, durante o Festival do Japão.
Embora meu trabalho tenha sido selecionado, não fui um dos finalistas! Mas valeu! Adoro tirar fotos e adoro esses concursos culturais!
Hoje, para minha surprêsa, recebí este lindo folder (pasta) em sinal de agradecimento pela participação no concurso e fiquei  muito feliz!

23 novembro 2015

Pudim de pão de liquidificador com calda de caramelo



Hoje eu preparei outro pudim de pão, desta vez sem coco, mas com calda de caramelo.
Também preferí bater tudo no liquidificador para que ficasse mais cremoso. A textura, claro, ficou bem diferente da anterior: muito leve e macia, quase aerada!
Coloquei prá gelar e ficou perfect!!!!!

Ingredientes:
- 1/4 xícara (chá) de açúcar
- 1/4 xícara (chá) de água fervente
- 2 pães franceses amanhecidos
- 400 ml de leite desnatado
- 2 colher (sobremesa) cheias de adoçante culinário
- 1 colher (café) rasa de noz-moscada
- 1 ovo extra grande
- 2 colheres (sobremesa) cheias de manteiga sem sal

Modo de preparo:
- Coloque o açúcar na forma do pudim e leve ao fogo alto. Sempre inspecionando a forma - conforme for caramelizando, vá abaixando o fogo para não queimar. Assim que caramelizar, coloque a água fervente cuidadosamente para não espirrar e sempre inspecionando a forma, vá controlando o fogo até que a calda fique encorpada, porém não grossa (ao desligar o fogo a calda ainda continua engrossando) - um nível intermediário entre aguada e grossa. Reserve.
- Pique os pães e coloque-os numa bacia. Reserve.
- Misture o adoçante, a manteiga e o leite e leve para aquecer. Coloque a mistura no liquidificador e acrescente os pães picados. Bata até ficar tudo homogêneo.
- Acrescente o ovo e a noz moscada e bata até ficar tudo homogêneo.
- Coloque a massa na forma caramelizada e leve para cozinhar em banho-maria por 20 minutos.
- Aguarde esfriar (importante!), passe uma faca nas laterais do pudim e desenforme sobre um prato. 

21 novembro 2015

Feijão temperado com cudiguim



Hoje utilizei mais um pouco do cudiguim que eu havia comprado há 10 dias atrás. Calma! Ele estava congelado! Kkkkkkk
Preparei um belo de um feijão para comer com arroz e declaro, o cudiguim enriqueceu tanto o prato, ficou tão saboroso, que eu ia congelar metade, mas acho que ele vai acabar logo e nem vai precisar!
Deixei o feijão de molho de um dia para o outro, enxaguei bem, acrescentei água e cozinhei na pressão, fogo brando, por 30 minutos.
Assim que ficou pronto, peguei o cudiguim e tirei todo o recheio de dentro da tripa e fritei com um pouco de óleo, até que tudo ficasse douradinho. Acrescentei um pouco de alho picado quase no final.
Aí estava prestes a começar a mágica, onde o feijão cozido iria se fundir com o cudiguim douradinho: despejei algumas conchas do feijão cozido sobre o cudiguim que estava terminando de fritar e voltei tudo para a panela do feijão.
Temperei com sal e aji-no-moto e deixei no fogo até apurar o caldo, que ainda estava ralo.
E assim, vivemos felizes para sempre!

18 novembro 2015

Pudim de pão com coco



Hoje preparei uma sobremesa saudosa: pudim de pão!
Nas minhas preparações anteriores, nunca havia colocado coco ralado. Hoje resolví incrementar. Achei que foi bem adequado e favorável pois graças ao pão, o coco não se acumulou no fundo da forma, ficando uniformemente distribuído por todo o pudim.
O resultado?
Bom, eu adoro tudo que vai coco. O pudim ficou cremoso e embora eu tenha gostado, certamente uma calda de ameixas pretas por cima dele cairia super bem. Fica prá próxima!

Ingredientes:
- 2 pães franceses amanhecidos
- 100 g de coco fresco ralado
- 350 ml de leite desnatado
- 2 colher (sobremesa) cheias de adoçante culinário
- 1 colher (café) rasa de noz-moscada
- 1 ovo extra grande
- 2 colheres (sobremesa) cheias de manteiga sem sal
- canela em pó a gosto

Modo de preparo:
- Pique os pães e coloque-os numa bacia. Acrescente o coco ralado. Reserve.
- Misture o adoçante, a manteiga e o leite e leve para ferver. Jogue por cima dos pães e aguarde amolescer. 
- Bata o ovo juntamente com a noz moscada e acrescente à bacia.
Amasse tudo com uma colher até obter uma massa homogênea.
- Coloque a massa na forma untada com manteiga e leve para cozinhar em banho-maria por 20 minutos.
- Aguarde esfriar (importante!), passe uma faca nas laterais do pudim e desenforme sobre um prato. 
- Polvilhe canela em pó a gosto e sirva.

Eu prefiro comer este pudim bem geladinho!

17 novembro 2015

Coxas de frango assadas com pimenta calabresa



E dá lhe frango!
Coxa de frango é uma das minhas partes preferidas - muito saborosa! Não digo o mesmo da sobrecoxa - para mim, assim como o peito, é muita carne e acaba ficando seca. Exagerei, né? Um pouco menos que o peito. Esse sim, fica muito seco!
Hoje fui no supermercado e comprei apenas coxas de frango. Para assar.
É um prato super-rápido, não dá trabalho e me deixa muito feliz!

Ingredientes:
- 1.5 Kg de coxas de frango
- 1 colher (sopa) rasa de sal
- 1 colher (sopa) rasa de pimenta calabresa desidratada
- aji-no-moto a gosto
- óleo de canola

Modo de preparo:
- Coloque as coxas de frango numa caçarola, juntamente com o sal e cubra com água. Leve ao fogo alto, assim que ferver, abaixe o fogo e deixe cozinhando por 15 minutos.
- Passado o tempo, escorra toda a água.
- Forre uma forma que comporte as coxas lado a lado, com papel alumínio. Unte com óleo de canola. Distribua as coxas.
- Regue tudo uniformemente com um pouco de óleo de canola.
- Polvilhe um pouco de sal e aji-no-moto por cima de tudo.
- Cubra tudo com papel alumínio - só cobrindo - e leve ao forno alto por 20 minutos.
- Passado o tempo, descarte o papel alumínio que cobriu a forma e deixe por mais 30 minutos no forno, para terminar de dourar.

Sanduba de calabresa fresca

Virou hábito. Sempre que viajo para São Paulo e vou para o bairro do Brás, preciso passar numa barraquinha de lanches que vende sanduba de calabresa fresca. 
Há muitos anos venho só sentindo o cheirinho daquela calabresa na chapa, que entra pelas narinas e parece que vai te hipnotizando e seu corpo vai ficando mole, como se fosse guiado por aquele cheiro entorpecente…….

Mas, sempre resistí e sempre ia embora do Brás sem comer da iguaria. Não sei porquê cargas d’água, nunca aparecia uma oportunidade. As vezes eu tinha acabado de comer um doce ou um salgadinho ou um sorvete. Outras, tinha que parar o carro sem o cartão de zona azul e comprar o que eu precisava comprar, tipo  “vai num pé e volta no outro” prá fiscal não te multar. Noutras, uma mera resistência teimosa em não consumir o embutido, que é um sinônimo de gorduras maléficas para o corpo. E foi assim, por muitos anos…….
Este ano finalmente foi o ano! Foi num dia de chuva e num dia que eu não tinha cartão de zona azul também. A única vaga na rua era próxima à barraquinha de lanches, que por conseguinte, é próxima à loja que eu precisava passar para pegar umas compras. Aquele cheiro novamente invadiu o meu nariz. Como estava chovendo, as chances da fiscal da zona azul aparecer, eram mínimas. Não deu outra. Meio afobado, pedí prá mulher me preparar o lanche, enquanto eu pegava minhas compras.
Em poucos minutos, finalmente estava engolindo o lanche aos bocados! Comia com tanta vontade, tão rápido, que mal mastigava direito o banquete.
Na segunda vez, deu para prestar mais atenção no que ia dentro daquele lanche. A mulher que prepara o lanche, coloca os ingredientes tão rápido dentro do pão francês, que acho que não deu para gravar tudo: calabresa acebolada, alface picada, purê de batatas, vinagrete, maionese (não quis), batata palha. Acho que era isso. Um pouquinho de cada guarnição, nada enjoativo.
Até então, nem sabia da existência da calabresa fresca. Para mim, só existia calabresa defumada, aquela que vai na pizza. 
Voltando para minha cidade, me interessei mais pelo assunto. Nas idas e vindas pelos supermercados e casa de carnes, percebí que existem várias marcas de calabresa fresca, algumas chegando a custar o preço do filé mignon!
Como pode?????? Afinal, é uma carne gorda!!!!!
Optei em comprar um pacote de preço intermediário e de uma marca bem conhecida. Achei que fiz um bom negócio, levando-se em conta o custo-benefício:


Hoje foi o dia de prepará-la!!!!!!!!!!
Fritei os gomos na wok com um poquinho de óleo de soja, até que ficassem dourados. Depois, fatiei tudo e deixei fritando um pouco mais, até que o miolo ficasse dourado, assim eu teria mais crostinhas para me deliciar. Nota: a mulher da barraquinha não fatia a calabresa, ela só corta ela ao meio, no sentido do comprimento, como pode ser visto na foto lá em cima.
Retirei a calabresa da wok, e no mesmo óleo remanescente, coloquei a cebola fatiada para dourar, com uma pitadinha de sal. Dourada a cebola, voltei a calabresa para o wok e misturei tudo:


Coloquei o pão francês no grill. Quando ele ficou passadinho, coloquei a calabresa acebolada e completei com o vinagrete de repolho e tomates grape:

16 novembro 2015

Okayu

Okayu é um mingau de arroz muito popular no Japão, onde o arroz é cozido com uma grande quantidade de água, deixando-o significativamente macio. Não é possível fazer o okayu com o nosso arroz nacional - os grãos devem ser do tipo japonês ou para culinária japonêsa. 
Por ser muito macio e de fácil digestão, é comumente conhecido como um alimento servido para convalescentes, idosos e bebês. É o primeiro alimento sólido servido às crianças japonêsas.
Os ingredientes principais são arroz e água. Muitas vezes pode ser temperado com um pouco de sal e claro, pode ser enriquecido das mais variadas formas: ovos batidos, cebolinha picada, umeboshi, salmão grelhado. Para dar sabor ao caldo, pode-se utilizar miso ou caldo de frango ou peixe.
São geralmente preparadas em panelas de barro com tampa, denominadas donabe, confeccionadas com uma argila especial:


A relação arroz x água é muito importante, pois ela definirá o tipo de okayu e para quem será servido. Quanto menos água, mais consistente ficará o okayu e vice-versa. O teor de água mais utilizado é o chamado zen-gayu na proporção 1:5, ou seja, 1 parte de arroz para 5 de água, porém existem outras classificações, igualmente importantes:
Shichibu-gayu – 1 : 7
Gobu-gayu – 1 :10
Sanbu-gayu – 1 : 20

Quando o prato é preparado com arroz pré-cozido, chama-se zosui. Geralmente é enriquecido com caldos e outros ingredientes.

Na minha receita de okayu de hoje, utilizei a relação arroz x água de 1:7 (shichibu-gayu). Depois de pronto,  guarnecí o prato com umeboshi, gari e tsukudani de nori:


Ingredientes:
- 0.5 xícara (chá) de arroz japonês
- 3.5 xícaras (chá) de água
- 1 pitada de sal (opcional)

Modo de preparo:
- Coloque o arroz numa bacia pequena.
- Acrescente bastante água e lave rápida e superficialmente para eliminar possíveis farelos e outros resíduos.
- Descarte a água e repita a operação.
- Escorra o máximo de água possível.
- Esfregue o arroz como se estivesse sovando um pão, ao mesmo tempo que gira a bacia para que todos os grãos sejam bem esfregados.
- Transfira o arroz para uma peneira ou escorredor de arroz.
- Enxague o arroz até que a água fique totalmente limpa.
- Coloque o arroz de volta na bacia e cubra com água. Deixe descansando por 1 hora no mínimo.
- Passado o tempo, escorra toda a água e coloque o arroz na panela. Acrescente as 3.5 xícaras de água, tampe a panela e leve-a ao fogo alto.
- Quando começar a ferver, misture suavemente o arroz, para evitar que ele grude no fundo da panela. Tampe a panela e abaixe o fogo para o mínimo.
- Cozinhe por aproximadamente 30 minutos.
- Passado o tempo, desligue o fogo e deixe que finalize o cozimento no próprio vapor por mais 10 minutos.
- Acrescente opcionalmente o sal ou outros ingredientes e sirva.

Deve ser consumido assim que estiver pronto, pois os grãos tendem a chupar toda a água remanescente. Se for consumido muito tempo depois de pronto, convém acrescentar mais água e cozinhá-lo brandamente até que volte a ficar no ponto.

Vinagrete de repolho e tomates grape



Uma receita básica de tudo, costumo preparar esta variação de molho vinagrete geralmente para comer com sanduíches e pastéis.
Este molho me lembra o vinagrete servido junto com os pastéis da praia que eu frequentava na infância. Os tomates não eram grape, eram comuns. Dava uma mordida na ponta do pastél e literalmente enchia com esse molho!
Claro que ele pode ser enriquecido - cebola, pimentão, cheiro verde - fica a critério de cada um!
Fica melhor se preparado de um dia para o outro, e conforme vai sendo curtido, fica melhor ainda!

Ingredientes:
- 100 g de repolho
- 100 g de tomates grape
- 1 colher (chá) rasa de sal
- 1 colher (chá) rasa de aji-no-moto
- 1 xícara (chá) de vinagre de maçã
- 1 colher (sopa) de azeite de oliva extra-virgem

Modo de preparo:
- Pique o repolho e coloque numa tigela.
- Acrescente os tomates grape.
- Polvilhe o sal e o aji-no-moto, regue com o vinagre de maçã e por fim, acrescente o azeite de oliva.
- Misture tudo e deixe marinando na geladeira por 2 horas.

13 novembro 2015

Pausa para umas bolachinhas

Sair as 10 hs da noite prá ir no supermercado comprar um vidrinho de geléia, definitivamente, não é normal!
Minhas lombrigas estavam eufóricas. Não tive escolha. Fui.
Queria de morango...... infelizmente, não tinha. Tinha "de tudo", menos morango! Acabei comprando então, o de frutas vermelhas:


E me saciei! Ha ha ha ha ha!

Torta seca integral de banana nanica



Hoje preparei 2 receitas desta torta, uma para presentear uma pessoa e a outra para mim.
Além de ficar deliciosa, a vantagem desta torta é que ela é super rápida de ser preparada e não faz sujeira!
Assim que ficou pronta, esperei esfriar e já coloquei para gelar! É assim que eu gosto: geladinha!

Ingredientes:
- 80 g de farinha de trigo integral
- 2 colheres (sopa) cheias de adoçante culinário em pó
- 1 colher (sobremesa) rasa de fermento químico em pó
- 300 g de banana nanica
- canela em pó a gosto
- 1 ovo extra-grande
- 80 ml de leite desnatado
- 2 colheres (sopa) de azeite de oliva extra-virgem

Modo de preparo:
- Forre uma assadeira de aproximadamente 10 x 25 cm com papel alumínio e unte com azeite de oliva. Reserve.
- Misture bem a farinha de trigo, o adoçante e o fermento. Reserve.
- Bata o ovo com o leite e o azeite de oliva. Reserve.
- Em seguida, distribua na assadeira, metade dos ingredientes em pó anteriormente misturados.
- Descasque as bananas e fatie-as no sentido do comprimento. Distribua metade das fatias na assadeira e polvilhe canela em pó a gosto.
- Distribua a outra metade dos ingredientes em pó anteriormente misturados.
- Regue com a mistura de ovo batido, cuidadosamente, cobrindo o máximo possível toda a torta.
- Por fim, distribua a outra metade das fatias de bananas e polvilhe canela em pó a gosto.
- Leve ao forno alto por 30 minutos.

11 novembro 2015

Cudiguim, o retorno

Nas minhas andanças pelo shopping de carnes, eis que do nada, me deparo com o cudiguim!!!!!
Depois de mais de 5 anos e meio sem comê-lo, comprei um pacotinho congelado do produto, para deixar o meu colesterol louquinho da silva! Kkkkkkkkk

Últimamente tenho tido uns desejos estranhos……. rosbife, cudiguim……
Retorno ao velhos tempos?
Não foi preciso mais nada, só o arroz e uma salada de alface com perpino!

09 novembro 2015

Frango e drumet assados com tomates grape

Hoje preparei um franguinho assado muito delicioso! Como tinha metade de um pacote de drumet de frango em estoque, resolví incorporá-los à receita.
Os tomates grape deram o toque final.
Não deu o menor trabalho e em pouco tempo estava pronto um clássico da culinária brasileira!

Ingredientes:
- 1 frango inteiro de aproximadamente 1.5 Kg
- 500 g de drumet de frango
- 1 colher (sopa) rasa de sal
- 1 colher (sopa) rasa de aji-no-moto
- óleo de canola
- 180 g de tomates grape

Modo de preparo:
- Coloque o frango e o drumet numa caçarola, juntamente com o sal e o aji-no-moto e cubra com água. Leve ao fogo alto, assim que ferver, abaixe o fogo e deixe cozinhando por 10 minutos.
- Passado o tempo, escorra toda a água.
- Forre uma forma que comporte o frango e o drumet, com papel alumínio. Unte com óleo de canola. Coloque o frango no centro e o drumet em volta.
- Junte as duas extremidades das coxas do frango e amarre-as com um barbante.
- As pontas das coxas e das asas, queimam com muita facilidade. Se preferir, cubra essas partes enrolando-as com papel alumínio.
- Regue tudo uniformemente com óleo de canola.
- Polvilhe um pouco de sal e aji-no-moto por cima de tudo.
- Cubra tudo com papel alumínio - só cobrindo - e leve ao forno alto por 1 hora.
- Passado o tempo, descarte o papel alumínio que cobriu a forma e espete com palitos de dente, tomates grape por toda a superfície do frango. Deixe por mais 20 minutos no forno, para terminar de dourar.
- Retire do forno e descarte o barbante e o papel alumínio das pontas das coxas e das asas. 

08 novembro 2015

Sanduba de rosbife


Não se trata do rosbife, ou melhor, roast beef, prato típico da culinária do Reino Unido, mas sim, o embutido, feito com pedaços de carne bovina e couro suíno.
Me remete à infância, aos lanches da escola.
Fiquei longos períodos sem comer, talvez por não vê-los expostos nos supermercados e padarias.
Quando encontrava, comprava e matava a vontade que estava no meu subconsciente. Depois, passava mais longos períodos sem comer. Um desejo estranho. Não faz falta, mas eu adoro. Quando vejo, quero. É um sabor único. Derrete, se o pão estiver quente.
Atualmente, seu preço está na mesma faixa do peito de perú.
Ontem me deu vontade, liguei para algumas padarias, encontrei.
Comprei uma bandeja e estou me deliciando!

E quando você menos espera, uma fratura de clavícula

0:00 hs do dia 28 de outubro - retornei à minha cidade, após mais de 5 horas de uma viagem extremamente cansativa, muita chuva, muita falta de visibilidade, estrada em obras…… o novo dia já havia começado mal: quando saí de viagem, havia trancado o cadeado do portão e esquecido a chave dentro de casa - portanto, estava sem a chave!
Peguei uma escada com o Jarbas, escalei o portão, pulei para dentro de casa. A chave da sala estava comigo, portanto não foi nada complicado: entrei em casa, peguei a chave do cadeado do portão, abrí-o e entrei com o carro. 
Fomos descarregando as coisas. Faltava muito pouco para terminar. Já estava ao lado do carro para pegar a última caixa de coisas, quando, sem a menor resistência do meu tênis, levei um enorme escorregão no chão molhado que é levemente inclinado e caí com o lado direito do corpo, como uma abóbora madura que se espatifa no chão. A pancada foi mais forte contra o ombro. Na hora, só sentí meu ombro estranho. Tentava mexer o braço e o ombro e com a mão esquerda, massageá-los. Algo havia saído do lugar. Se eu levantasse ou abaixasse o braço, sentia um estalo e um rangido. Quebrei algum osso, foi esse o meu primeiro pensamento.
Ainda caído, permanecí imóvel no chão. Com o tempo, meu corpo passou a tremer. Sintomas da fratura? Frio, por causa da chuva? Não sei.
Ligaram para o Jarbas, que rápidamente veio, me carregou no colo e me colocou numa cadeira. Tomei um ar e fomos para o hospital. Mediram minha pressão. Foi nesse momento que o enfermeiro olhou para o meu ombro e percebeu que ele estava com uma deformidade: percebía-se que o osso estava saltado e ao lado dele, havia uma cova na pele.
Devido ao horário, não foi possível fazer uma radiografia, teria que retornar de manhã cedo. O médico de plantão me improvisou uma tipóia, tomei uma injeção para dor, apesar de não estar sentindo dor e voltei para casa.
De manhã cedo, fui fazer as radiografias. Infelizmente, o resultado foi aquele indesejado: minha clavícula havia se partido! 


O médico então marcou minha internação para o dia 2 e a cirurgia para o dia 4 de novembro. Mandou fazer uma imobilização em oito, que é para alinhar corretamente os ombros. O enfermeiro disse que era incômodo, mas nos dias subsequêntes, deu prá levar numa boa. Me receitou analgésicos e anti-inflamatórios. Dormir, sempre de costas, não me causava incômodos e nem dor.
No dia seguinte, 29 de outubro, passei o dia em repouso, porém, levantar da cama era um verdadeiro sofrimento: sentía uma dor muito intensa em toda a região do lado direito do tórax, logo abaixo da axila. Não podia tossir e nem respirar muito profundamente também, porquê a dor se intensificava. Minha bacia também doía muito, o que dificultava muito minha caminhada.
No dia seguinte, 30 de outubro, a dor se intensificou. Mesmo tomando Codeína de 6 em 6 horas, já não conseguía, nem com muito esforço, me levantar sózinho da cama. Decidí voltar ao hospital, porquê isso não era normal. Leigo que sou, estava com muito mêdo que pudesse ter sofrido alguma lesão no pulmão, ou nessa área e também que minha bacia estivesse fraturada. Dessa vez, foi um sacrifício entrar no carro, pois mal conseguía curvar a cabeça por causa da dor. Chorei de ódio por causa dessa situação miserável em que eu me encontrava. Chegando lá, fizemos outras radiografias. Constatou-se que minha bacia não havia sido fraturada e que a dor nesse local era devido à pancada sofrida, porém….. constatou-se que a costela havia sido trincada, esse era o motivo de tanta dor naquele local. Me receitaram um sôro com Tramal, o que me custou, posteriormente náuseas extremamente fortes. Não sentia dor nenhuma na área da clavícula.
Continuei tomando Codeína e Celecoxibe até o dia da internação. Esses medicamentos me davam muita sonolência: meu prazer era ficar deitado na cama vendo TV, dormir quando me dava sono, continuar assistindo TV quando despertava. Não tinha hora pra nada.
Meu irmão Jarbas vinha me ver diáriamente e me ajudava a tomar banho. Não tenho como agradecer por tanta dedicação.
No dia da internação estava feliz, justamente por causa da internação: adoro ficar internado (não foram muitas vezes na minha vida), comendo comida de hospital e vendo TV. Há quem possa achar que eu sou louco kkkkkkkk.....
Durante os 2 primeiros dias, foram apenas alguns exames e prescrição de medicamentos. A comida estava gostosinha mas achei excessiva a quantidade de carboidratos. Dormir tranquilamente nem pensar. As enfermeiras vinham com frequência para saber do meu estado e ministrar medicamentos.
Dia 4 de novembro, 3º dia internado. Banho de gato tomado, elevei meu pensamento aos Espíritos médicos para que assistissem e intercedessem tudo o que estava por vir.
Estava aguardando em meu leito, ora olhando para a janela, ora de olhos fechados. Num dado momento, quando olho para fora, um passarinho estava preso na tela externa, tipo dessas usadas em galinheiros, acredito eu para proteger os transeuntes, no caso da queda de algum objeto de algum andar. A tela ficava a aproximadamente 1.5 m da janela. Era impossível alcançar com a mão. O pobrezinho estava preso, não dava para ver direito, se pela patinha. 
Pensei, será um aviso?
Mas peraê, aviso de quê? Tá doido, meu filho?
Um outro pássaro, maior que ele, talvez sua mãe, vinha com frequência voando próximo a ele, na tentativa de querer fazer algo para ajudá-lo a se soltar. Alertei as enfermeiras. A única reação foi: coitadinho…….
Tentou, tentou, se debatia, “sua mãe” aparecia, se debatia. E isso se repetiu de novo e de novo. Fechei os olhos. Quando abri, ele não estava mais lá. Conseguira se soltar. Caiu? Voou?
Por volta das 9:00 hs da manhã, me levaram para o centro cirúrgico. Era a minha vez. Deitei na mesa de operações, me colocaram uma máscara de oxigênio e lentamente fui perdendo os sentidos. Apaguei.
Só me lembro de estar acordando com alguém falando para mim: a operação foi tudo bem. Foi assim que despertei. Já era uma outra pessoa, com uma placa e 6 parafusos dentro do meu corpo:


Conforme meus sentidos voltavam ao normal, fui sentido dor, muita dor no local da cirurgia. E foi ficando insuportável. Ouví alguém dizer "morfina", suponho que me aplicaram morfina. Sofrí por mais alguns instantes, e a dor foi diminuindo. Foi diminuindo e dando lugar a uma enorme náusea. Me levaram para o quarto.
Depois da cirurgia, aquela dor insuportável que eu sentia na costela e na bacia, simplesmente desapareceram! Sim, como num passe de mágica! Me fazendo até achar que o médico tivesse dado um tranco e colocado tudo no lugar! Kkkkkkkk
Que nada……. foi passageiro.
Explico: minha teoria é de que devido a tantos analgésicos e anti-inflamatórios injetados na veia, isso deve ter mascarado a dor. Depois que me deram alta, o efeito foi passando, passando e dando lugar ao retorno da dor na costela e na bacia, mas em proporções bem menores - conseguia levantar da cama, muito mais fácilmente do que antes!
O Jarbas me arrumou uma tipóia, que se tornou minha companheira de carne e unha:


Sou uma pessoa muito ativa. Embora adore, ame apaixonadamente dormir, já cansou.
Hoje já aspirei o pó da casa e passei algumas roupas.
Amanhã pretendo ir até o centro de carro. Devagarzinho! Hoje entrei no carro e fiz uns testes pra ver se consigo engatar as marchas e aparentemente, não será problema. A marcha a ré parece ser uma vilãzinha, mas com a ajuda da mão esquerda, tudo se resolverá. Paro o carro um pouco afastado do centro, onde há mais espaço em vagas, estaciono sem muitas manobras e caminho o restante (com uma certa dificuldade ainda). Se esta primeira tentativa der certo, depois de amanhã, irei fazer compras nos supermercados da cidade.
E assim vamos indo né…….
Terei que retornar ao médico no dia 24 de novembro. Claro que ele não irá me liberar nesse dia, mas espero que o faça até o final do mês!

19 outubro 2015

Omuraisu de bibimbap com arroz integral

Hoje preparei um prato contemporâneo, uma mistura de japonês, coreano e brasileiro: omuraisu com bibimbap de mortadela!


Ingredientes do bibimbap:
- 50 g de mortadela fatiada
- 1 colher (sobremesa) de molho de soja
- 1 colher (sobremesa) de óleo de gergelim
- 1 sachê de adoçante
- 1 colher (café) rasa de alho picado
- 50 g de gobô
- 50 g de vagem macarrão bem finas
- 50 g de shiitake desidratado ou fresco
- 50 g de cenoura
- 50 g de ervilhas frescas
- 50 g de cebolinha
- 2 folhas de alga nori
- 2 porções de arroz integral
- sal
- óleo de canola

Ingredientes do molho Bibimbap:
- 1 colher (sopa) rasa de gochujang ou, se for improvisar, pasta de pimenta dedo-de-moça
- 1 colher (sobremesa) de óleo de gergelim
- 1 sachê de adoçante culinário
- 1 colher (sobremesa) de água
- 1 colher (sobremesa) cheia de sementes de gergelim torradas
- 1 colher (sobremesa) de vinagre de maçã
- 1 colher (sobremesa) rasa de alho picado

Ingredientes da omelete:
- 4 ovos extra-grandes
- 1 colher (chá) rasa de sal
- 1 colher (chá) rasa de aji-no-moto
- 1 colher (chá) rasa de hondashi
- 1 colher (sopa) de sake culinário
- 1 sachê de adoçante
- ketchup (opcional)

Modo de preparo do bibimbap:
- Corte a mortadela em fatias finas. Coloque numa tigela e acrescente o molho de soja, o óleo de gergelim, o adoçante e o alho picado.
- Coloque 1 fio de óleo de canola numa wok e leve ao fogo alto. Assim que esquentar, coloque a mortadela marinada e frite até que mude cor, mexendo sempre para não queimar. Reserve.
- Se as vagens não forem bem finas, corte-as em tiras finas. Reserve.
- Corte o shiitake em fatias finas. Reserve.
- Corte o gobô e a cenoura em fatias finas de aproximadamente 6 cm de comprimento e depois em palitos. Reserve.
- Corte as cebolinhas em pedaços de aproximadamente 6 cm de comprimento e depois em tiras finas. Reserve.
- Corte as folhas de nori em tiras finas de aproximadamente 3 cm de comprimento. Reserve.
- Coloque um fio de óleo de canola numa wok e leve ao fogo alto. Assim que esquentar coloque as vagens, o shiitake, o gobô, cenoura, as ervilhas e 2 pitadas de sal. Salteie por 1 minuto. Reserve.
- Numa tigela, misture os ingredientes do molho Bibimbap.
- Numa bacia, coloque o arroz, os demais ingredientes e o molho, misture tudo e reserve.

Modo de preparo do omuraisu:
- Com o auxílio de um fouet, bata os ovos juntamente com o sal, aji-no-moto, hondashi, sake culinário e o adoçante, até que fique tudo incorporado.
- Leve uma frigideira para panquecas ao fogo alto e coloque um fio de óleo de girassol. Assim que estiver quente, abaixe o fogo e com o auxílio de uma concha, verta metade da mistura espalhando-a por toda frigideira.
- Coloque uma porção de bibimbap no centro da omelete.
- Retire a frigideira do fogo e vá fechando as laterais da omelete cobrindo o recheio. Se não cobrir todo o recheio, não tem problema, pelo menos vire as laterais da omelete para dentro. Vire cuidadosamente, de uma só vez, o omuraisu da frigideira sobre o prato. Repita novamente a operação com a outra metade da mistura de ovos batidos.

Opcionalmente sirva com ketchup. Os japonêses tem o hábito de fazer desenhos com o ketchup sobre o omuraisu: